quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Agora eu sou famosa! hahahah
ohh o link:
http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&q=gra%C3%A7a+aranha,+castelo,&sll=-22.910131,-43.173679&sspn=0.000694,0.001203&ie=UTF8&radius=0.05&split=1&filter=0&rq=1&ev=zi&t=h&hq=gra%C3%A7a+aranha,+castelo,&hnear=&ll=-22.909471,-43.173669&spn=0,0.001711&z=20&layer=c&cbll=-22.91022,-43.173874&panoid=ugg_1qtNyhT4yxCbA8_ryg&cbp=12,46.94,,1,9.36
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Para que lado cai a bolinha
Esse texto é o mais perfeito e é uma introdução para um assunto que falarei dentro de alguns dias:
O filme começa com uma camera parada no centro de uma quadra de tênis, bem na altura da rede. Vemos então uma bolinha cruzar a tela em câmera lenta. Depois ela cruza de volta, e cruza de novo, mostrando que o jogo esta em andamento. De repente, a bolinha bate na rede e levanta no ar. A imagem congela. O locutor diz que tudo na vida é uma questão de sorte. Você pode ganhar ou perder. Depende do lado que vai cair a bolinha. É o inicio de "Match Point", um filme de Woody Allen. É uma versão mais sofisticada, mais sensual e mais tragica de um outro filme do cineasta "Crimes e Pecados" , de 1989. Em ambos, a eterna disputa entre a estabilidade e a aventura, entre render-se a moral ou desafiá-la, o certo e o errado flertando um com o outro e gerando culpa. Onde, afinal, está a felicidade?Certa vez li (não lembro a fonte) que felicidade é a combinação de sorte com escolhas bem feitas. De todas as definições. Essa é a que chegou mais perto do que acredito. Dai o devido crédito as circunstâncias e também aos nossos movimentos. Cinquenta por cento para cada. Um negócio limpo.Em "Crimes e Pecados", Woody Allen inclinava-se para o pragmatismo. Dizia textualmente: somos a soma das nossas decisões. Tudo envolve o nosso lado racional, até mesmo as escolhas afetivas. Casamento acontece por vários motivos, entre eles por serem um ótimo arranjo social- e nem por isso desonesto. E até mesmo a paixão pode ser intencional. No filme, um certo filósofo diz que apaixonamos para corrigir o nosso passado. É uma idéia que pode não passar pela nossa cabeça quando vemos alguém e o coração dispara, mas, secretamente, a intenção já existe: você esta em busca de uma nova chance de acertar, de se reafirmar. Seu coração apenas dá o alerta quando você encontra a pessoa com quem colocar o plano em prática. Em "Match Point", Woody Allen passa a defender o outro lado da rede: a sorte como o definidor do rumo da nossa vida. O acaso como nosso aliado. Se a felicidade depende de nossas escolhas, é da sorte a ultima palavra. Você pode escolher livremente virar a direita, e não à esquerda, mas é a sorte que determinará quem vai cruzar com você pela calçada, se é um assaltante ou um Chico Buarque. É a bolinha caindo para um lado, ou para o outro.Tanto em "Crimes e pecados" como nesse excelente e impecável "Match Point" fica claro o que todos deveriamos aceitar: nosso controle é parcial. Há quem diga até que não temos controle de nada. Não existe satisfação garantida e tampouco frustração garantida, estamos sempre a mira do imprevisivel. Treinamos, jogamos bem, jogamos mal. Seguimos as regras, ás vezes não, brilhamos, decepcionamos, mas será sempre da sorte o ponto final. (Martha Medeiros)
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Assunto do dia: a loucura de um homem é diretamente proporcional a sua idade
Confabulando hoje com minha querida e divertidissima amiga Carol, cheguei a conclusão que idade não diz nada, idade não significa nada. A maturidade nao vem com a idade, principalmente se tratando de maturidade emocional. Uma pessoa nova pode parecer ter um bilhão de anos, enquanto uma bem mais velha, mais vivida é uma mera criança. E há de se convir que isso funciona muito diferente para homens e mulheres, enquanto a mulher vai lá sofrendo, se desiludindo, aprendendo, os homens parecem adquirir o conhecimento ao contrário. Um cara se inicia no amor todo romantico, querendo amor para sempre, mas se passar por um disabor, acabou! Volta ao estagio zero, vira criança imatura, não querendo nunca mais valorizar mulher nenhuma e, se liguem girls, o dano é irreversivel. O cara vai querer sair um dia, no outro não, entao resolver ficar com você uns meses mas se o lance ficar sério, pernas para que te quero, começam a surgir as desculpas de que ta trabalhando muito, que não pode se dedicar a ninguém agora, e todas as variações possiveis, e olha que a mente masculina é bem criativa! Isso não quer dizer que o cara não te ache interessante ou que não te queira e ele pode até mesmo gostar de você, o problema é o conflito interno, o medo de dar errado, o medo do fracasso e todos os medos possiveis de acontecer, sendo que o maior deles é o medo de crescer, de enfrentar o que não se sabe se dá certo ou errado, o simples medo de se entregar. Mulher passa por isso, só que com o tempo supera e arrisca, homem não. Até porque é mais fácil andar por relações vazias, certo? Então é isso, para quem acha que os mais velhos são mais experientes, mais seguros, engana-se ! E redondamente (cruuzes!!).
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Para ler
Tenho que compartilhar com vocês esse texto. É a mais pura verdade:
A DESPEDIDA DO AMOR
Martha Medeiros
Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também... Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo". Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Entre cafés e corridas...
Hoje naquele bate papo comum de dia de escritório tivemos no final do dia dois assuntos chave:
1-O melhor café do brasil
Escutei ao longe da minha mesa meu querido sergito dizer que tinha tomado um cafe maravilhoso oferecido pela elaine que veio nos visitar... Eu que não sou nem um pouco curiosa meti o bedelho na conversa e perguntei que cafe era esse e ele respondeu: o nespresso. Eu ja entendida nos assuntos de cafe obviamente que compartilhei da opiniao e ainda complementei: o melhor do mundo eh o volluto! Para os tambem curiosos de plantao esse cafe é uma marca da nestle e só é vendido para quem já tem a maquina, ou quem a adquire na Garcia D'avila - Ipanema.
2 - Corridas
Continuamos o assunto e pulamos para as corridas. Para quem se interessar e quiser me acompanhar estarei correndo os 5km da Adidas que se realizará dia 10 de outubro. Tera tambem a de revezamento (não estou confirmada) e a volta de 18km da Pampulha - bh (à confirmar)
E é isso, bye queridones!
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